Brasileiro, paulistano, corintiano, jornalista e feliz. Normalmente com os ouvidos abertos e a boca fechada para aprender um bocadinho mais. Mas tem hora que a língua coça, porque é provocada. Então vamos à luta companheirada, cada qual com o seu instrumento para que tenhamos uma sociedade mais decente.
sábado, 21 de setembro de 2013
Semana Nacional de DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
Semana Nacional de Doação de Órgãos começa nesta segunda para estimular o ato voluntário Sensibilizar as pessoas sobre a importância da doação de órgãos é o principal mote da campanha desenvolvida pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Durante a Semana Nacional de Doação de Órgãos, que tem início nesta segunda-feira (23/09) e vai até domingo (29/09), a população contará com eventos pontuais e de mobilização. NA FILA - Atualmente, cerca de 30 mil pessoas aguardam na fila de espera e, de cada 10 pessoas abordadas, 04 se negam a doar os órgãos de seus familiares. O trabalho realizado pela ABTO, em parceria com o Ministério da Saúde, dos governos estaduais e entidades médicas, vem surtindo efeito nos números de transplantes. Até junho de 2013, o país teve 1.273 doadores de órgãos. Com esta marca, o Brasil ocupa o segundo lugar do mundo em número de transplantes. Porém, os números de doadores efetivos, por milhão de população, ainda são muito baixos em relação a outros países. Para se ter ideia, em 2011 o número chegou a 10,7, enquanto a Espanha, o melhor país em doação de órgãos, atingiu 35,3, seguidos por Croácia 35,0; Bélgica 29,3; Portugal 28,5; e EUA 26,0. A maior lista de espera é por um rim – 20 mil pessoas. Em segundo lugar, estão os que precisam de transplante de córnea (6 mil). Em seguida, vem fígado, com 1.300 pessoas na lista de espera, e, por último, coração e pulmão, com 200 e 170 respectivamente. COMO SE TORNAR UM DOADOR - Para se tornar um doador, é importante que a pessoa comunique à família sobre esta vontade, pois de acordo com a legislação dos transplantes no Brasil, a doação deverá ser consentida pelo familiar de até 2º grau. Essa conversa é fundamental para subsidiar a decisão da família na hora de doar os órgãos. Segundo o Dr. José Osmar Medina Pestana, presidente da ABTO, a recusa dos familiares ainda é um dos motivos para a falta de doadores e está relacionado à falta de manifestação da vontade de doação em vida. “Sempre que o indivíduo se manifesta a favor da doação os familiares autorizam”. De acordo com a Associação, a principal dificuldade para o aumento do número de doadores é, exatamente, o baixo nível de informação sobre o assunto. Os interessados em se tornarem doadores podem conferir mais informações no site oficial da ABTO: http://www.abto.org.br/
Nenhum comentário:
Postar um comentário