segunda-feira, 21 de março de 2011

Na terra da cana, o álcool vai a R$ 2,25 o litro

Outrora "Terra do Café", a cidade de Ribeirão Preto (320 Km da Capital) é a terra da cana já faz algum tempo. Aliás, o município é o maior produtor mundial de etanol!

Pois, quem abastecer o carro naquela cidade, nesta semana que começou ontem, 20 de março, vai pagar o litro do etanol R$ 2,25 - quase igual ao da gasolina.

Até quando isso vai acontecer ?

O fator cultural no Japão e o exemplo de Nação

Veja ARTIGO na Plurale:

http://www.plurale.com.br/noticias-ler.php?cod_noticia=10375

domingo, 20 de março de 2011

FORÇA, Japão !

Neco, Teleco, Servílio “Bailarino”, Jango-Brandão-e-Dino, Baltazar “Cabecinha de Ouro”, Flávio “Minuano”, Lidu e Eduardo (com saudades), Gilson Porto “Bom Baiano”, Paulo “Risadinha” Borges, Mirandinha, Geraldão “Manteiga”, Basílio “Pé de Anjo”, Russo, Marcelinho “Pé de Anjo”, Casagrande, Roberto Belangero, Cláudio, Luizinho, Dino Sany, Rivelino “La Patada Atómica”, Zenon, Biro-Biro, Neto, Romeu "Cambalhota", Dr. Sócrates, Rincón, Agustinho, Chico Preto, Ditão, Domingos da Guia, Gamarra, Zé Maria “Super Zé”, Vladimir, Gilmar, Cabeção, Heitor, Marcial, Diogo, Jairo, Carlos, Dida, Júlio César, Dentinho, Ronaldo “Fenômeno”, Liedson...

Durante décadas a fio japoneses, nisseis e sanseis vibraram, aplaudiram, gritaram e choraram com esses jogadores. Uma parcela - muito expressiva eu diria – da chamada colônia japonesa no Brasil torce pelo Corinthians.

Os japoneses que tão bem se amalgamaram à cultura brasileira e tem nos deixado muitas lições, agora recebem uma HOMENAGEM gigante deste que é o maior clube do Brasil. A homenagem aconteceu hoje - 20 de março - no Estádio do Pacaembu, pouco mais de uma semana do terremoto e tsunami que castigaram a terra do sol nascente.

Uma vez mais o Corinthians sai na frente. PARABÉNS Corinthians pelo gesto e aos japoneses e seus descendentes nossa solidariedade e votos de MUITA FORÇA, aquela força que cria o círculo positivo e envia boas energias para que se confortem e reconstruam parte de sua Nação.

sexta-feira, 18 de março de 2011

De terno e estilingue no bolso

Os meninos vão entender a mensagem e as meninas que tiveram irmãos também.

Antes de existir a internet e as torcidas (?) organizadas de futebol para marcar ponto de encontro para se matar e as academias de artes (?) marciais para ensinar os garotos e - garotas ! – a dar golpes mortais, quebrando ossos e o pescoço alheio, os moleques (generalidade para todo menino que já sabia abrir o portão de casa sozinho e ganhar a rua) se reuniam com os vizinhos.

Mais que simpatias e antipatias locais (isto é, na própria rua), existiam rivalidades entre “a turma da rua A” e a “turma da rua B”, ou da “rua de cima”, da “rua de baixo” etc...

Mocinhos, passaram a “disputar” a atenção das meninas mais bonitinhas. E as brigas de rua tinham outra, digamos, tonalidade. Quando adultos, amadurecidos (não todos, mas alguns deles certamente), passaram a ter convivência social. Desta forma, era preciso se cumprimentar em eventos, falar em tom moderado e fingir que eram pessoas amigáveis entre si. Ainda que residisse uma pontinha da velha rixa no coração, o cérebro ordenava outra coisa: CIVILIDADE.

Assim são Brasil e Argentina. Outrora rivais econômicos e sociais e inimigos declarados nos esportes, com alta relevância para o futebol, hoje são países amigos. Ou pelo menos fingem sê-lo, para consolidar a estrutura do bloco comercial mais importante da América Latina, o MERCOSUL.

Com a mesma ginga de Servílio de Jesus, Mané Garrincha, Pelé, Denílson, Cafuringa, Robinho e Neymar, o Brasil tem feito o papel do “menino crescido” e tem sido cordial com los hermanos. Bem mais do que deveria, dizem os ainda ressentidos com o resultado da Copa de 78, e tarde o suficiente, diriam os pragmáticos. Mas o fato é que o Brasil tem sido um gentleman à mesa de negociações e um facilitador do bloco.

Do lado oeste do Rio da Prata, as coisas não tem se dado da mesma maneira. Parece que os eloquentes garotos de lá ainda não se deram conta de que o país está alquebrado e que uma via simples – e inteligente – para soerguer a economia local é fazer alianças cada vez mais amplas com o gigante continental que lhes estende a mão.

Depois das autopeças, geladeiras – e uma infinidade de outros itens – os argentinos obstaculizam a entrada de calçados brasileiros. Nada menos que 500.000 pares de calçados estão parados neste momento aguardando a boa vontade portenha para entrar naquele país e ser entregues aos clientes que já efetuaram a compra.
O menino argentino cresceu brigando com o brasileiro. Fingiu estar mais tranquilo quando adolescente, mas adulto anda de terno e ainda com um estilingue no bolso.

Aos meninos ranhetas e remelentos, uma sugestão: que leiam Fernando Pessoa. Vai lhes fazer bem.

“O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.”

ARTIGO - O QUE IMPORTA É MATAR!

Com a devida anuência do bom e velho companheiro, republico o artigo que saiu no site COISAS DE AGORA (do outro amigo, Ricardo Hernandes), dia 16/03/11.


Percy Faro (*)

Balanço da Polícia Rodoviária Federal revelou que 213 pessoas morreram nas estradas federais do país durante o carnaval 2011. O saldo, 47,9% superior ao do ano passado, corresponde a seis dias de operação - o que significa 35,5 mortes a cada 24 horas.

Você se surpreendeu? Eu não! Depende do ponto de vista que o assunto é encarado.

O inspetor Alvarez Simões, coordenador geral de operações da PRF, atribuiu o alto número de acidentes (4.165) à falta de educação dos motoristas, que não sabem usar com responsabilidade o seu meio de locomoção. Discordo em parte com o inspetor. Vou além da falta de educação, mesmo com plena consciência de que serei crucificado.

Acho que a tecnologia moderna tem muito a ver com a carnificina institucionalizada.
Nada contra os MP4, IPod, celular e GPS da vida, desde que utilizados no lugar certo e no momento adequado. Fora isso o que vejo é um bando de insanos inconseqüentes, zumbis sem vontade própria, incontroláveis, cometendo uma série de barbaridades ao volante dos automóveis. Matam a tudo e a todos, a si próprios, suas famílias, as dos outros e mulheres e crianças que não têm a menor culpa de tais reações assassinas que a cada dia ganham proporções assustadoras.

Analisado sob outro prisma, uma boa leva dos motoristas brasileiros não passa de subproduto pirata, falso, de terceira categoria, impulsionado por uma mente medíocre que não evoluiu sabe-se lá porque – muitas vezes em decorrência de dependências químicas - que o transformou em um ser maquiavélico, despojado das mínimas condições de conviver em grupo. Usa o carro como arma e com ela nas mãos julga-se capaz de sobrepor-se aos seus semelhantes.

De quebra, acrescente a esta receita satânica duas ou três doses caprichadas de pinga com limão e açúcar, para garantir que nada nem ninguém vão impedir de dar vazão ao falso sentimento íntimo de que ele é o melhor do mundo, que sabe tudo e os outros não sabem nada, que é o rei da estrada e o restante não passa de insignificantes bolas murchas!

Não concordam comigo? Então passem a prestar mais atenção ao pedestre que atravessa a rua com aqueles fones socados nos ouvidos que lembram micróbios perdidos fora do habitat natural. E também ao motorista que dirige e fala ao celular ao mesmo tempo... pobre coitado infeliz, ainda não se deu conta de que é alegoria de destaque daquele grupo de pessoas (?) que quando mascam chiclete param de andar, e quando andam não conseguem mascar.

Também têm culpa pelas 100 mortes que acontecem diariamente no trânsito do país quem forneceu a carteira de habilitação a esta legião de mortos-vivos que perambulam pelas ruas e estradas Brasil afora. Todos sabem, claro, que a triste realidade existe graças à corrupção que come solta desde a auto-escola e o escritório do despachante aos corredores das Ciretrans e Detrans. A verdade, caros leitores, é que a farra é geral e assim vai continuar, não importa quantos serão os mortos do próximo carnaval. Infelizmente!

(*) Percy Faro (percyfaro@gmail.com) é jornalista profissional há 38 anos. Especializou-se no setor automotivo há 23 anos, período em que atuou em diversos veículos do segmento específico, entre eles as revistas 4x4, Moto, Oficina Mecânica, O Mecânico e Jornauto. Integrou a equipe que fundou a Revista Carro e foi produtor e apresentador do Programa Carro, da TV Gazeta - SP, e editor do Jornal Veículos, do Diário do Grande ABC.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Prazeliti

Rádios noticiosas de hoje cedo - quarta, 16 - anunciaram o novo presidente do Jockey Club de São Paulo, Eduardo da Rocha Azevedo.

Pois, na mesma matéria foi dito que o Jockey deve a bagatela de R$ 150 MILHÕES à Prefeitura de São Paulo, MAIS... explicações sobre realização de eventos sem alvará.

Agora, a sério: QUANTAS EMPRESAS VC CONHECE que estão localizadas em área nobre da cidade, devem uma fortuna pra Prefeitura, fazem eventos sem alvará e "ficam de boa" (como se diz na gíria atual) tanto tempo funcionando ???

Quantos empresários vc conhece que levantam às 6h da matina, vão dormir depois das 23h, se descabelam para ficar em ordem com o fisco, sindicato de trabalhadores, sindicato patronal, mídia, vizinhança, família e ainda tomam cuidado para não ser mal falados pela sogra?

A cidade, realmente, parece coisa feita sob encomenda prazeliti...

quinta-feira, 3 de março de 2011

Tanto riso, ó quanta alegria...

Os Baby Boomers vão lembrar: crianças dessa geração tinham várias brincadeiras de rua. Uma delas era com números. Dizia-se, então: "SETE é conta de mentiroso". Sei lá porque mas o número 7 tinha esse estigma.

Pois...
o governo anunciou hoje que o País cresceu mais de 7% no último ano... que o Brasil já é a sétima economia do mundo...

... eu, que não tenho nada contra o sete, quero mais é pintar o sete neste Carnaval, encontrar aquela Odalisca dos Sete Véus pra passar comigo sete dias de folia.

1,2,3,4,5,6,7 ... FLORIPA lá vou eu.

Ótimo CARNAVAL a todas colombinas e arlequins.